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sábado, 14 de novembro de 2015

De tanto amar


 De tanto amar


Não vou falar de amor
Pra que
O amor também nos faz sofrer
Quando não faz
A gente quer esconder
Pra ninguém roubar

Não vou falar de você
Pra que
Nem será preciso
O nós é tão mais bonito

E assim feitos brisa e mar
Unidos num só balançar
Indo morar no mais profundo  das águas
Vagando dias e noites
A mercê do mundo ou sob a luz do luar
Ou do aconchego duma praia qualquer
Deitar conchas na areia
Desmaiadas feito sereias cansadas de tanto amar

Autor
Carlos Marcos Faustino

13/11/2015- sexta- feira – 13h37

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